quinta-feira, 30 de junho de 2011
Arte de escrever
Em algum dia, em algum lugar, sempre haverá alguém espirituoso o suficiente para executar a arte de escrever. Não apenas de organizar um tanto de palavras para que estas fiquem em sintonia, mas para uma organização (própria) de sentimentos e vontades. Dito isso, confesso que minto ao citar que a arte da escrita favorece apenas á quem escreve. Ao ler uma frase, posso me identificar infinitamente! Uma frase que nem ao menos foi escrita por mim. Sinto inspiração quando isso acontece, por querer fazer essa diferença para alguém. Criar, tirar do meu subconsciente algo com que alguém se identifique tanto quanto eu, e que se sinta melhor por isso. Que possa escrever, mais tarde, algo com que eu possa me identificar também. Não estamos sozinhos no nosso próprio mundo, sempre haverá alguém que tenha os nossos pensamentos em sua própria mente.
terça-feira, 21 de junho de 2011

Por mais que os ventos e o clima frio se acheguem nessa época do ano, procuro manter-me aquecida com o calor do coração. Os ventos não chegam até alí, e mesmo que o frio congele tudo aqui por fora, o calor interior, supostamente, não deve se apagar. Isso, é claro, para aqueles em que resta uma faísquinha sequer para acender a uma certa chama. O que aquece interiormente, em qualquer estação, não é nenhum segredo. Há aqueles que se recusam á enxergar. Há aqueles que foram atingidos por uma pedra de gelo. Mas, o calor sempre volta, faz ver, e derrete o gelo. O maior calor, chama-se AMOR, e é nele que a gente se agarra quando sente o frio da vida.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Recomeço.
Devo começar jutificando o fato pelo qual eu não tenho escrito. Só consigo escrever quando alguma coisa me aflinge, quando estou preocupada e insegura. Não me sinto dessa maneira á algum tempinho...e é por isso que resolvi me obrigar á escrever, aprender á falar de felicidade. Me faz bem, de verdade, adoro escrever nesse blog. É como se tirasse os pesos que carrego.
E, é claro, a minha vida não está igual. A rotina mudou, a cabeça mudou, o coração foi roubado e espero que não seja devolvido! =)
Vou estar mais presente por aqui (assim espero).
E, é claro, a minha vida não está igual. A rotina mudou, a cabeça mudou, o coração foi roubado e espero que não seja devolvido! =)
Vou estar mais presente por aqui (assim espero).
terça-feira, 18 de maio de 2010

Hoje o sol parece querer brilhar. Mas as nuvens, malandras nuvens, parecem não permitir. Lançam-se em sua frente, impedindo parcial ou total frustada tentativa de fazer-se presente, e colocar um pouco de luz na vida das pessoas, que não querem ( ou não suportam) mais, o tempo fechado.
A chuva hoje deu uma trégua, parece ter satisfeito sua ânsia de provocar tristezas. Cada pingo que deixou hoje de cair, transforma-se em uma lágrima a menos. E não, você não pode lutar contra as lágrimas que não caem. Não terá motivos para reclamações baratas, porque não, não está chovendo.
Hoje as nuvens parecem não se importar ao tapar os raios de sol, que não aparecem há dias. Mas, Sem aviso sequer, pingos de chuva voltam á cair. De súbito, raios de sol voltam á aparecer. Uma felicidade imensa invade á cada alma, que ao ver o brilho lá fora, tem certeza de que depois da chuva, dos momentos tempestuosos, o sol sempre voltará á brilhar.
sábado, 10 de abril de 2010
take your mind free!

I was trying to find out a meaning that could show me life is worthy. Was trying to avoid bad feelings, insegurance, past moments that, actually, wasn't "that" good. Just wanted to convince myself, love's the only rule. Love...
I am trying to forget about the kinda situations that used make me mad. Trying to fix the things I (unconsciously) broke. Just the same I was, but now, less innocent. Well, I think so...
I will try to grow my mind up. To have it free, the best way. Life isn't a choice. Living the life, is. What could've happened if you had chosen the wrong way? Didn't you chose? You'll have the answer. Patience...laid-back! It'll show you how things really work. And how they might be (or how they are supose to be).
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Melody's like this

Situação tensa, sensação duvidosa, duplos caminhos, uma escolha. Sem ter a chance de escolher e voltar atrás, ou talvez sim. Talvez, o que não exista é a vontade de arriscar-se e perder, quando se sabe que a vitória não vem pelo medo. Não sei de onde vem, já que não costuma me agraciar. Posso estar cometendo um enorme equívoco, ela pode estar ao meu lado e eu posso não estar lhe dando o devido valor. Pode estar sorrindo e cantando para mim, uma melodia que eu tento não ouvir, pois me parece conhecida. Uma melodia, que acaba mais cedo e desafinando.
É como se houvesse um ritmo para cada momento. Como se ele determinasse os meus sentimentos, o que se passa aqui por dentro. Sem escolha não, só sem saber qual tomar. Como sempre, com a insegurança de tomar a errada e ouvir a triste melodia, mas desta vez, sem deja vú, sem segundas chances. Só com a lembrança de uma melodia que não sairá tão cedo da mente, melodia essa que insiste em tocar, mesmo que você não suporte mais ouvi-la... que se firma na mente, sem o mínimo propósito de sair. Uma melodia, pode ser substituída, quando um ritmo marcante e determinado chega e toma o seu lugar. Mas, ela nunca pode ser esquecida. NUNCA! Pode ser que ela adormeça. Mas ao re-ouvir a melodia, as lembranças e todas as sensações por ela causadas tendem á voltar, e você precisa estar prparado caso isso aconteça. Força? Adaptação? Bom, você pode nomear a "tentativa de deixar a situação pra lá" como quiser, no entanto deve estar ciente de que tapar os ouvidos ao mundo não lhe trará a paz de uma bela e serena sinfonia.
(participação especial de Robis. hdaihde)
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Jogo de espelhos

O amor, em sua forma mais pura, é como uma miragem. A gente procura ter um espelho á nossa frente, para que possamos encontrar alguém que nos fosse identico. Passamo á criar ilusoes, para definir como queriamos que fosse essa pessoa, e o que ela representaria para nos. Não conseguimos acreditar que tudo não passa de uma fantasia. Uma invenção do inconsciente para preencher algum espaço vazio. Se chama solidão, e é por ela que eu estou escrevendo agora.
Não que eu sinta uma solidão de pessoas ao meu redor, pelo contrário. Sinto como se estivesse muito bem acolhida. Porém, uma solidão de afeto, sentimentos. Solidão do necessário, que deveria ser o oposto. O preço que se paga para perde-la, é alto. Tem-se que apostar todas as fichas, correndo um risco altíssimo de perder, e além de tudo, perder até o que não apostou. O jogo do amor é assim. Uns perdem, uns ganham. Uns trapaceiam, outros se enganam. Se não fosse assim, não seria um jogo. Se acaba em empate, podemos considerar um bom resultado para ambos os lados. Deveria ser assim, o jogo do amor deveria ser um eterno empate. Não haveria perdas, ou dores, ou trapaças. Simples assim. Apenas se amaria, ponto.
Mas como tudo na vida tem seu preço e o valor á ser pago é muito caro por sinal, quem não estiver disposto á paga-lo nunca tera felicidade plena. Pois terá o dia de perda, sim. Em compensaçao, haverá muitos dias de ganho. Dias em que olhará para o lado, e acreditará que o que vê é um espelho. A barreira será quebrada, e alí estará seu outro eu. Mas desta vez, sem reflexo nenhum. Aquilo não será mais um fantasma, mas sim, a sua metade.
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