sábado, 10 de abril de 2010

take your mind free!


I was trying to find out a meaning that could show me life is worthy. Was trying to avoid bad feelings, insegurance, past moments that, actually, wasn't "that" good. Just wanted to convince myself, love's the only rule. Love...

I am trying to forget about the kinda situations that used make me mad. Trying to fix the things I (unconsciously) broke. Just the same I was, but now, less innocent. Well, I think so...

I will try to grow my mind up. To have it free, the best way. Life isn't a choice. Living the life, is. What could've happened if you had chosen the wrong way? Didn't you chose? You'll have the answer. Patience...laid-back! It'll show you how things really work. And how they might be (or how they are supose to be).

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Melody's like this


Situação tensa, sensação duvidosa, duplos caminhos, uma escolha. Sem ter a chance de escolher e voltar atrás, ou talvez sim. Talvez, o que não exista é a vontade de arriscar-se e perder, quando se sabe que a vitória não vem pelo medo. Não sei de onde vem, já que não costuma me agraciar. Posso estar cometendo um enorme equívoco, ela pode estar ao meu lado e eu posso não estar lhe dando o devido valor. Pode estar sorrindo e cantando para mim, uma melodia que eu tento não ouvir, pois me parece conhecida. Uma melodia, que acaba mais cedo e desafinando.

É como se houvesse um ritmo para cada momento. Como se ele determinasse os meus sentimentos, o que se passa aqui por dentro. Sem escolha não, só sem saber qual tomar. Como sempre, com a insegurança de tomar a errada e ouvir a triste melodia, mas desta vez, sem deja vú, sem segundas chances. Só com a lembrança de uma melodia que não sairá tão cedo da mente, melodia essa que insiste em tocar, mesmo que você não suporte mais ouvi-la... que se firma na mente, sem o mínimo propósito de sair. Uma melodia, pode ser substituída, quando um ritmo marcante e determinado chega e toma o seu lugar. Mas, ela nunca pode ser esquecida. NUNCA! Pode ser que ela adormeça. Mas ao re-ouvir a melodia, as lembranças e todas as sensações por ela causadas tendem á voltar, e você precisa estar prparado caso isso aconteça. Força? Adaptação? Bom, você pode nomear a "tentativa de deixar a situação pra lá" como quiser, no entanto deve estar ciente de que tapar os ouvidos ao mundo não lhe trará a paz de uma bela e serena sinfonia.

(participação especial de Robis. hdaihde)

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Jogo de espelhos


O amor, em sua forma mais pura, é como uma miragem. A gente procura ter um espelho á nossa frente, para que possamos encontrar alguém que nos fosse identico. Passamo á criar ilusoes, para definir como queriamos que fosse essa pessoa, e o que ela representaria para nos. Não conseguimos acreditar que tudo não passa de uma fantasia. Uma invenção do inconsciente para preencher algum espaço vazio. Se chama solidão, e é por ela que eu estou escrevendo agora.
Não que eu sinta uma solidão de pessoas ao meu redor, pelo contrário. Sinto como se estivesse muito bem acolhida. Porém, uma solidão de afeto, sentimentos. Solidão do necessário, que deveria ser o oposto. O preço que se paga para perde-la, é alto. Tem-se que apostar todas as fichas, correndo um risco altíssimo de perder, e além de tudo, perder até o que não apostou. O jogo do amor é assim. Uns perdem, uns ganham. Uns trapaceiam, outros se enganam. Se não fosse assim, não seria um jogo. Se acaba em empate, podemos considerar um bom resultado para ambos os lados. Deveria ser assim, o jogo do amor deveria ser um eterno empate. Não haveria perdas, ou dores, ou trapaças. Simples assim. Apenas se amaria, ponto.
Mas como tudo na vida tem seu preço e o valor á ser pago é muito caro por sinal, quem não estiver disposto á paga-lo nunca tera felicidade plena. Pois terá o dia de perda, sim. Em compensaçao, haverá muitos dias de ganho. Dias em que olhará para o lado, e acreditará que o que vê é um espelho. A barreira será quebrada, e alí estará seu outro eu. Mas desta vez, sem reflexo nenhum. Aquilo não será mais um fantasma, mas sim, a sua metade.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Barreiras Quebradas

Mudanças. Não deixam de ser um pedaço insubstituivel da nossa vida, afinal, se tudo muda, qual o propósito de querermos, quando tudo está bem, continuar na mesmicie? Deixar acontecer, deixar mudar, deixar levar. Sem ao menos ser necessário provocar tal mudança. O tempo muda. As cores, mudam sempre. Humor, muda infinitas vezes ao dia, e sentimentos também. Encarar essas mudanças, me deixam com um certo receio. Medo do desconhecido, talvez. De não saber lidar com as novas experiências e os novos desafios. Não me julgo por esse medo, é algo que vem de mim. Sem que eu ao menos procure por ele. Na maioria das vezes, me consome como a noite, que vai se tornando aos poucos mais escura, impossibilitando-me de tentar sair dela. Mas, é quando a noite se torna mais escura, que o sol nasce. Com seu brilho intenso, e uma graça que só ele tem. Me deixa de bem, me deixa sem medo.
Deixo então de desacreditar nas mudanças. Até porque terei que conviver com elas, e será tudo muito mais fácil se eu assim querer, facilitando tudo. Quando a noite torna á nascer, tento enfrentar toda a escuridão que me invade e me prende. Deito, durmo. Com essas ações, consigo ir para lonje. Enfrentar tudo e á todos. Fazer o que eu nunca teria coragem de fazer, e voar. Voar para um lugar que possa me acalmar. Este lugar se chama sonho...

E quando o novo dia chega, e desperto desse sonho, olho para o céu e tudo o que tenho á fazer é ser feliz, já que tudo o que se faz nessa vida ficará marcado para sempre. Como se fosse um sonho, real.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Amizade.

Quanto custa uma amizade? Qual o preço, para se conseguir ter algo concreto, valioso e indestrutivel? Eu, na verdade, não pagaria nem o minimo que fosse. Não vale a pena, comprar algo que não pode ser vendido. Porque? Pois amizade não custa nada. Não é algo que possa ser comprado, como um simples bibelô sequer. Amizade, é algo que se conquista, ao passar dos dias, quando descobre-se a sua outra parte. A parte que te completa, que te deixa feliz. Que está ali, disposto á te ajudar nas horas mais dificeis, e que daria a vida se pudesse, por ti. Isso sim é amizade. É olhar o por do sol, rir do nada, sentir-se seguro. Confiar como em ninguém, compartilhar tudo, como se necessitasse daquela pessoa do seu lado, sempre! Amizade também é brigar, discutir.. afinal, uma amizade perfeita é uma amizade fraca. Se há discussões e desentendimentos, é provado que essa amizade pode suportar á tudo. Mas se a primeira discórdia for a ultima...aí então procure melhor. Porque você nunca teve uma amizade sincera. Mentir só leva á desilusão, e verdadeiros amigos não mentem, por mais forte que seja a realidade! Fiz pra ti Kau, porque tu me pediu mesmo, né haha. Mas tu sabe que eu faria qualquer coisa por ti, e que preciso de você sempre, do meu lado, porque eu te amoooo muito! E nem uma calça rasgada consegue acabar com isso!

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Dor.

Quanto vale a dor? Uma lágrima, que custa em cair, pelo simples medo de ser mal compreendida, ser considerada vazia...uma dor não demonstrada, uma dor sombria. Algo á ser tolerado. E quando não mais suportado, explode em nós como se fossemos explodir junto. Ficamos isolados, amargos. Não importa a espécie, a origem da dor. São todas iguais, todas perversas e indiferentes quanto ao que estamos sentindo, passando ou apenas tentando ignorar. Mas, quando existe dor, o simples fato de ignora-lá passa a ser intolerante. Até o ponto em que ela não nos invade por completos, é simples. O problema maior, é quando nos irrita, friamente. Não pensa em mais nada, apenas nela. Exige o nosso máximo para que haja calma. E isso eu não consigo, manter a calma não é um dos meus pontos fortes. Ignorar situações menos ainda. Quando a dor invade, ela nos transforma. A mais doce das criaturas, vira a mais perversa. E para acabar com essa dor, o remédio é fexar os olhos, se afastar de tudo e de todos e pensar. Pensar, refletir...e apagar! Para que no próximo dia, ela não tenha mais motivos para aparecer.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Confiança.

Todo pássaro, recém nascido, não tem segurança quanto á voar. Recebe todo o ensinamento de sua mãe, que o trata com todo o carinho, toda o amor do mundo. É alimentado, é protegido...mas, como nós, um dia os pássaros precisam deixar seus ninhos. Devem aprender á viver libertos, sem alguma ajuda. Precisam aprender á voar. E essa não é uma tarefa um tanto fácil, pois ele tem de confiar nele mesmo. E quanto á nós? Não somos iguais? Se não confiarmos em nós mesmo, vamos conseguir superar barreiras, e alcançar nossos objetivos? Definitivamente, não. É com essa confiança que lutaremos pelo que nos interessa. Eu, definitivamente, não tenho toda essa confiança que deveria. Mas, como o pássaro é obrigado á voar, eu vou ser obrigada á aprender á viver, lutar, e confiar. Não em outra pessoa, mas em mim. A pessoa em que mais posso confiar nesse mundo.