
Situação tensa, sensação duvidosa, duplos caminhos, uma escolha. Sem ter a chance de escolher e voltar atrás, ou talvez sim. Talvez, o que não exista é a vontade de arriscar-se e perder, quando se sabe que a vitória não vem pelo medo. Não sei de onde vem, já que não costuma me agraciar. Posso estar cometendo um enorme equívoco, ela pode estar ao meu lado e eu posso não estar lhe dando o devido valor. Pode estar sorrindo e cantando para mim, uma melodia que eu tento não ouvir, pois me parece conhecida. Uma melodia, que acaba mais cedo e desafinando.
É como se houvesse um ritmo para cada momento. Como se ele determinasse os meus sentimentos, o que se passa aqui por dentro. Sem escolha não, só sem saber qual tomar. Como sempre, com a insegurança de tomar a errada e ouvir a triste melodia, mas desta vez, sem deja vú, sem segundas chances. Só com a lembrança de uma melodia que não sairá tão cedo da mente, melodia essa que insiste em tocar, mesmo que você não suporte mais ouvi-la... que se firma na mente, sem o mínimo propósito de sair. Uma melodia, pode ser substituída, quando um ritmo marcante e determinado chega e toma o seu lugar. Mas, ela nunca pode ser esquecida. NUNCA! Pode ser que ela adormeça. Mas ao re-ouvir a melodia, as lembranças e todas as sensações por ela causadas tendem á voltar, e você precisa estar prparado caso isso aconteça. Força? Adaptação? Bom, você pode nomear a "tentativa de deixar a situação pra lá" como quiser, no entanto deve estar ciente de que tapar os ouvidos ao mundo não lhe trará a paz de uma bela e serena sinfonia.
(participação especial de Robis. hdaihde)

Marcando presença! \o/
ResponderExcluirsauhsauhsaushauhsa
Ficou bom, principalmente o final.
sauhsauhsaushausahsa
Parabéns pelo post Karen. :D
Beijos ;**